A misteriosa morte de líderes opositores em Mianmar após golpe militar

Mortes de oficiais do partido de Aung San Suu Kyi aumentaram escrutínio sobre ações militares.

A violência usada pelas forças armadas de Mianmar, no sudeste asiático, contra oponentes desarmados desde o golpe de fevereiro chocou o mundo; mais de 800 pessoas foram mortas, a maioria por tiros de militares.

Mas as mortes sob custódia de dois oficiais da Liga Nacional da Democracia (LND) — o partido liderado por Aung San Suu Kyi — aumentaram o escrutínio sobre as ações militares.

No sábado, 6 de março, a tensão rondava todas as cidades do país.

Três dias antes, elas haviam enfrentado o dia mais violento desde o golpe de fevereiro — com a ONU registrando a morte de 38 pessoas.

O Exército tomou o poder em 1º de fevereiro, após alegar, sem provas, que a eleição anterior que sagrou a vitória da LND havia sido fraudulenta.

Suu Kyi e altos líderes foram colocados em prisão domiciliar, desencadeando ondas de protesto contra os militares.

Fonte: G1

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